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Katy Maravilhosa Vogue

Em entrevista MARAVILHOSA, Katy Perry fala sobre nova fase na música, política, Beyoncé, Adele e Grammy

Quem acompanhou o lançamento do último single de Katy Perry, “Chained to the Rhythm”, bem como as performances da gata para a canção certamente percebeu algo de bem diferente em relação ao que ela fazia. Mais comprometida, a voz que apoiou ativamente Hillary Clinton na eleição dos EUA reconhece e explica o porquê dessa mudança. “Eu costumava ser a rainha de insinuações, tudo era feito com uma piscadela. Agora eu quero ser a rainha do subtexto – que é um primo de insinuações, mas com mais propósito“, anunciou Katy em entrevista à edição de maio da Vogue norte-americana, da qual é a capa.

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Pleeeena, tá, meu bem?!

Não acho que você tenha que gritar [suas opiniões políticas] dos telhados, mas acho que você tem que defender alguma coisa, e se você não está defendendo nada, talvez você esteja realmente apenas servindo a si mesmo. “California Gurls” e coisas fofas seriam completamente inautênticos para quem eu sou agora e o que eu aprendi. Eu acredito que precisamos de um pequeno escapismo, mas acho que não pode ser só isso. Se você tem uma voz, tem a responsabilidade de usá-la agora, mais do que nunca“, declarou Perry.

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Bem conceitual…

A própria credita essa mudança à sua curiosidade. Nascida como Katheryn Hudson num berço de pastores evangélicos, Katy lembra que desde criança era muito questionadora. “As escolas eram realmente improvisadas. A educação não era a prioridade. Minha educação foi começar quando eu tinha 20 anos e ainda há muito o que aprender. Eu não era permitida, por exemplo, a interagir com gays. Mas eu saí do ventre fazendo perguntas, curiosa desde o primeiro dia, e sou realmente grata por isso: minha curiosidade me levou até aqui“.

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Maravilhosaaaaa!

Aos 32 anos, a cantora se diz melhor que nunca. “É um lugar agradável para se estar. Eu amo isso! Eu não daria nada para voltar aos meus 20.  Estou muito mais aterrada. E eu aprendi muitas lições – paciência, a arte de dizer não, que tudo não tem de terminar em casamento. Que sua educação pode começar agora”. A terapia ajudou muito, reconhece: “Isso mudou minha vida. Quando estou na sala, sou apenas Katheryn Hudson, o que é incrível, porque as pessoas na minha posição costumam ouvir muito ‘sim’, e isso as mata ou as torna completamente desconectadas da realidade – e eu não quero isso”.

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<3

Questionada pela repórter da publicação sobre algumas personalidades e temas, Katy disse o seguinte…

Grammy: “Nós, como cultura, precisamos ser inclusivos e diversos, e creio que isso ainda não é representado no Grammy

Adele: “Eu realmente aprecio as pessoas que não caem no buraco do coelho e têm uma noção sobre o que é real

Madonna “Ela fez a arte da evolução tão bem

Cher: “Eu amo a franqueza dela – ela tem se colocado mais para as mulheres recentemente, e eu adoro isso

Beyoncé: “Nosso Michael Jackson de hoje, ela mostra que está tudo bem em ser forte e vulnerável ao mesmo tempo – e que a vulnerabilidade não é uma fraqueza, é na verdade uma força“.

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As fotos são de Mert Alas e Marcus Piggott…

Por fim, Katy se mostrou lúcida sobre uma das missões de seu trabalho como artista. “Eu não posso curar o câncer ou qualquer outra coisa, mas sei que posso trazer luz, alegria e felicidade em pequenas parcelas de três minutos e 30 segundos. Isso é alguma coisa. Isso eleva o espírito”. Muito maravilhosa, né?! A gente AMOU a entrevista… e as fotos também; olhem mais essas:

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Ora, ora… temos aqui a famigerada surra de beleza! hahaha

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Que loucura, né?! Chego a ficar confusa…

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Mais um lacre…

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E pra fechar, essa!

por Pedro Hosken, 13 de abril de 2017

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